Para além de "coisas que piscam": O próximo passo na arquitetura midiática

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Nos dias 19 a 22 de novembro será realizada em Aarhus a Bienal de Arquitetura Midiática de 2014, que contará com a estreia mundial de "Mapping the Senseable City," uma exibição dos trabalhos coletados do MIT SENSEable Cities Lab. O artigo a seguir foi escrito por Matthew Claudel, um pesquisador no SENSEable Cities Lab, em resposta a essa coleção, explorando o que o futuro reserva para a arquitetura midiática, e implorando para que esta experimente ideias além de "telas de TV para se morar."

A Catedral ativada

Arquitetura Midiática é enfaticamente ambígua. A frase foi colada diversas vezes em uma variedade estonteante de projetos e produtos. Mas, além da imprecisão, a arquitetura midiática é atormentada por uma tensão inerente: as mídias são meios de comunicação dinâmicos, interligados e imediatos que atingem as pessoas em larga escala, enquanto que a arquitetura é fixa, singular e persistente no tempo. Conciliar os dois evoca associações desastradas com a Times Square, telas, LEDs integrados, paparazzi, ou, mais geralmente, com coisas que piscam.

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Sobre este autor
Cita: Matthew Claudel. "Para além de "coisas que piscam": O próximo passo na arquitetura midiática" [Beyond "Things That Flicker": The Next Step for Media Architecture] 23 Out 2014. ArchDaily Brasil. (Trad. Arthur Stofella) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/755501/beyond-things-that-flicker-the-next-step-for-media-architecture> ISSN 0719-8906

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